Bbom sofre novo bloqueio judicial
O
Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO) obteve deferimento de novos
pedidos formulados à Justiça Federal na ação cautelar movida contra a empresa
Embrasystem – Tecnologia em Sistemas, Importações e Exportações, conhecida
pelos nomes fantasias Bbom e Unepxmil. Por ter continuado a operar mesmo após o
primeiro bloqueio de bens até ter as suas atividades suspensas judicialmente, o
grupo sofreu novo bloqueio de ativos financeiros existentes em nome dos réus
via Banco Central (Bacenjud). Outros
pedidos do MPF/GO também foram acatados judicialmente, como, por exemplo, a
prestação de informações por parte do Denatran em relação a empresa de
monitoramento Unepxmil. A autarquia de trânsito informou em juízo que a empresa
Embrasystem não possui homologação e certificação junto ao órgão para prestar
serviço de monitoramento e localização de veículos, em consonância com as
diretrizes fixadas pela Portaria Denatran nº 902, de 08/11/2011.
Além
disso, para instrução processual, as supostas fornecedoras de rastreadores da
Bbom – Maxtrack Industrial e Over Book – deverão prestar, em juízo, os
seguintes esclarecimentos: qual a capacidade operacional de produção de
rastreadores veiculares ao mês; quantos e quais são os clientes para quem
fornecem rastreadores veiculares no Brasil; quantos rastreadores veiculares
foram vendidos para a empresa Embrasystem durante o ano de 2013; e quantos
efetivamente foram entregues – detalhando esses números mês a mês. Essa
solicitação visa demonstrar que as empresas do grupo não adquiriram
rastreadores em número suficiente para atender todos os seus associados.
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